Capitulo 4- A serpente mensageira
Harry apresentou Cathy aos outros, e
seguiram em direção ao castelo, a cerimônia da seleção foi longa, pois
havia muitos novatos. Cathy também fez parte da cerimônia pois como estava
entrando esse ano precisava ficar em uma casa; para a alegria de Harry ela ficou
na Grifinória. Depois de um delicioso banquete, eles se dirigiram as casas para
dormir.
No dia seguinte, Harry recebeu um bilhete de Dumbledore por Edwiges, na hora do
almoço dizendo:
"Encontre-me na sala dos troféus
depois do almoço
Dumbledore"
Rony perguntou o que era, mas ele mentiu dizendo que era de Hagrid, algo lhe
dizia que não deveria contar a verdade.
Harry almoçou o mais rápido o possível e levantou- se com a desculpa de que
iria, pegar algo no quarto. No caminho encontrou Malfoy, parado na escada.
- Então Harry, quer dizer que você conhhece aquela garota nova. Ela é muito
bonita, não? Pena que caiu na Grifinória, pois se estivesse na Sonserina...já
estava no papo.
- Fique longe dela seu....- mas uma vozz vinda do alto da escada o interrompeu.
Era Cathy, e parecia muito irritada.
- Pode deixar Harry, eu sei me defenderr sozinha- e entrou na frente de Harry
encarando Malfoy de uma forma assustadora.
- Acho que você não deveria contar vitooria por uma batalha perdida. Tipos como
você me dão nojo, acham que é só estalar os dedos que pulamos no colo! Se
quer um conselho, esquece que eu existo, pois posso ser uma companhia muito
desagradável quando quero...-e sem mais, nem menos se virou e desceu as
escadas. Harry ficou ali parado observando ela descer, tão linda, seu corpo
continha tantas curvas quanto o de uma Veela, e quando virou o rosto para cima
viu a cara horrorizada de Malfoy, que com certeza estava pensando em como uma
garota poderia ser tão bonita e tão rebelde ao mesmo tempo.
Depois de rir da cara do seu inimigo, Harry
seguiu em direção a sala dos troféus onde encontrou Dumbledore muito
pensativo.
- Entre e feche a porta- teve uma pausaa e ele continuou- Lupin me avisou sobre
sua decisão.
- Contou é.- disse sério.
- Ele me disse que está disposto a enfrrentar
Voldemort mesmo ele estando totalmente recuperado...-Harry não esperou nem que
Dumbledore terminasse de falar para dizer.
- Professor eu não posso mais fugir, elle não vai desistir de me matar e...
- Eu concordo com você Harry- o garoto estranhou muito o que Dumbledore disse.
Ele concordava que Harry arrisca-se sua vida? Realmente, mesmo depois de tantos
anos de convivência, Harry ainda tinha problemas em compreender certas
coisas que Dumbledore dizia.- mas, você terá que se preparar muito bem para
sobreviver.
- Eu estou disposto a dedicar-me a issoo professor.- disse com firmeza.
- Então me encontre todos os dias na miinha sala depois do almoço, você vai
perder aulas de Poções e de Defesa contra arte das trevas. Mas deixe comigo,
vou conversar com ambos professores. Agora você pode ir.
- Obrigado professor.- Harry se retirouu rápido da sala, mas teve tempo o
suficiente de perceber que Dumbledore estava muito preocupado.
O resto do dia foi tranqüilo, depois das aulas eles ficaram conversando perto
da lareira.
Os dias foram passando, Harry estava tendo aulas todos os dias com Dumbledore,
mas sem que ninguém soube-se. Dumbledore era um excelente professor de Defesa
contra artes das trevas.
Duas semanas antes das férias de Natal, a professora Minerva veio falar com
Harry.
- Harry você não vai começar o treinar o time para o campeonato?
Afinal você é o capitão.
- Me desculpe professora mas não vou pooder continuar sendo o capitão, não
posso dedicar todo o meu tempo para o quadribol; então acho melhor colocarem
outro no meu lugar.
- Como assim outro, você é o mais velhoo jogador do time, os outros são bons,
mas não para liderar, o que vamos fazer? Não perdemos a taça a três anos!
Seria terrível se voltássemos a sofrer derrotas sobre derrotas, eu que até já
tinha feito o grito de
vitória..- Harry começou a pensar em uma solução, pois a cara de aflição
da professora era de dar dó, foi quando
ela veio a cabeça.
- Rony!- disse com entusiasmo.
- Ah?
- Ele entende tudo de quadribol, seria um ótimo capitão e goleiro, que está
nos faltando.
- Tem certeza?
Harry sentiu quem a professora estava na duvida.
- Absoluta; ele é a nossa solução! É umm ótimo jogador.
- Preciso falar logo com ele, são tantaas coisas a decidir, tantas a
resolver....- e saiu as pressas para o salão principal.
Harry se sentiu muito feliz consigo mesmo, pois o sonho de Rony sempre foi
entrar para o time. Ele ficou parado quando viu Cathy vir em sua direção.
- O que aconteceu para você estar tão ffeliz?
- Acho que Rony será o novo capitão do time,mas não diga nada a ele pois
quero que seja surpresa.-disse em voz baixa.
Cathy abriu um sorriso, mas não disse nada. Os dois saíram juntos pelo
corredor, conversando sobre quadribol. Ambos eram muito próximos, todos diziam
que eles eram namorados, mas até o momento nada tinha acontecido entre eles.
Na semana antes do Natal, Harry colocou seu nome na lista para ficar em
Hogwarts, como sempre, mas Rony e Mione não, pois eles iam viajar. Harry não
ficou muito triste pois para sua alegria, Cathy também assinou.
Quando todos foram embora, Harry e Cathy passavam todo o tempo juntos agora,
visitavam Hagrid e andavam pelos jardins do castelo, isso só foi possível
enquanto a neve era mais escassa. Foi na véspera de Natal que eles se beijaram
pela primeira vez, de manhã, na sala comunal. Eles estavam sozinhos ela deitada
no colo dele, de frente para a lareira, mas a felicidade
deles foi interrompida por Colin Creevey.
- Oi Harry, tudo bom?
- Tudo Colin!- Harry não acreditava quee depois de tanto tempo, Colin ainda
tinha essa mania de vir dar um "oi" e ir embora.
O casal passou um bom tempo conversando até que desceram para tomar café. O
resto do dia eles passaram assim, grudados de um lado para o outro, na ceia de
natal eles disfarçaram um pouco, mas não o suficiente para que os outros não
percebessem.
Quando Harry acordou na manhã
seguinte, viu a borda de sua cama cheia de presentes, como ele era o único do
quarto, ele pulou para a outra cama e ali desembrulhou seus presentes.
Ganhou um suéter da senhora Weasley, branca com a gola preta; Rony mandou um
pomo de ouro autografado e Mione um livro cujo titulo era "Harry Potter: o
menino que sobreviveu", um bolo enorme de Hagrid e um guia de feitiços de
Sirius com uma carta que dizia:
" Como está Harry?
Conosco está tudo ótimo. Tirando um preocupação quer vem me perturbando.
Ouvi uns
boatos de que Voldemort está de volta, me diga se é verdade? Eu ia para ai ver
com meus próprios olhos, mas a Joane pediu que eu ficasse, mas se tiver algo de
errado irei agorinha. Feliz Natal de seu padrinho
Sirius."
Ficou claro para Harry que não deveria dizer nada, não era justo tirar ele da
mulher e da filha.Ganhou também um presente de Lupin, uma capa muito bonita,
esverdeada.
Na cama ainda tinham dois presentes, um pequeno e uma caixa. Ele pegou o pequeno
primeiro; era um amuleto mandado por Dumbledore que continha um bilhete que
dizia:
" Leve-o
sempre com você
Dumbledore"
Harry colocou o amuleto no pescoço e pegou o ultimo pacote, não era muito
pesado, e continha algo que parecia se mexer. Quando ele abriu deu de cara com
uma serpente; ele a jogou no chão. Antes de que ela pegasse fogo, ela disse:
"
Você não pode escapar do seu destino, e eu sou seu destino..."
Ficou olhando a serpente virar pó na sua frente. Ele sabia que apenas
Voldemort poderia ter lhe mandado aquilo, pois ambos eram os únicos que
entendiam as cobras.
Harry teria ficado muito angustiado se não fosse Cathy entrando pela
porta com um laço na cabeça e se jogando nos seus braços.
- O que é isso??- disse rindo.
- Se é meu, então não pode mais ir embora, vou levar você comigo por
tudo quanto é lugar, e quando não estiver com você, vou te guardar no meu armário.
- Engraçadinho! Toma, espero que você ggoste.- Era um uniforme autografado do
Chudley Cannons.
- Nossa Cathy, adorei, mas ainda sou mais o outro. Toma eu trouxe esse
para você.- era um globo que tinha dentro a própria Hogwarts em
miniatura, e ele mostrou para ela que por uma pequena janela dava para eles se
verem, quando deram o primeiro beijo.
- Como você conseguiu isso?- perguntou maravilhada.
- Tenho meus contatos...- disse sorrinddo, mas Harry não pode deixar de lado uma
dor que o incomodava em sua cicatriz.
- Vou descer para que você se arrume, mmas ande logo hein!- E saiu com seu
presente do quarto.
Harry se arrumou rapidinho, e foi tomar café com Cathy. Na mesa estavam
os professores e uns poucos alunos, que se deliciavam em uma magnífica mesa, até
Dumbledore que andava angustiado estava mais descontraído.
O dia inteiro foi só festa, a dor de Harry passou, assim ele pode curtir o dia
inteiro sem pensar em Voldemort. Os poucos dias de feriado foram se esgotando e
no ultimo dia que eles estavam a sós, Harry decidiu fazer uma coisa.
- Cathy, eu queria te fazer uma perguntta, mas eu só aceito sim como
resposta.
- OK, se a resposta for não eu não falo nada.- disse brincando.
- Bem nós não estamos a muito tempo juntos, mas para mim parece uma
eternidade e acho que deveríamos assumir para todos e...-Harry estava muito
nervoso.
- E....
- Eu queria perguntar se você quer namoorar comigo?
Cathy teve uma reação que Harry não esperava, em ver de feliz ela ficou
extremamente séria e pensativa.
- Tudo bem, é cedo demais, né? Esquece então...
- Não é isso!- disse apressada
- Então o que é? Você não gosta de mim??- perguntou triste.
- Não, é que existem coisas sobre mim qque você não sabe, e que eu não posso
te falar agora. E eu não queria que isso futuramente pudesse acabar com o que há
entre nós dois.
- E é para mim que você vem falar de miistérios! Não existe ninguém que
tenha uma vida mais misteriosa que a minha, muitos que até eu desconheço.
Nunca deixaria de gostar de ninguém por isso. Se essa é sua preocupação,
esqueça.
De repente Cathy se jogou nós ombros de Harry quase chorando e disse.
- Você será o primeiro a saber Harry, qquando for possível, você será o
primeiro.
- Então você aceita?- arriscou
- É claro- disse beijando-o